sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A história da motocicleta.

A moto foi uma das invenções mais importantes e significativas do século XIX, dado que revolucionou o seu tempo e abriu novos horizontes. Saiba qual é a história da moto e conheça a evolução de um dos meios de transporte mais utilizados e apreciados em todo o mundo.





O conceito das bicicletas de segurança

As motos como hoje são conhecidas evoluíram a partir do conceito das bicicletas de segurança. Tratava-se de modelos específicos que ofereciam inúmeras vantagens em termos de estabilidade, travagem e facilidade de montagem. Das características principais que constituíam uma bicicleta de segurança, destacam-se os aspetos seguintes:
  •  As rodas dianteiras e traseiras eram do mesmo tamanho e apresentavam cerca de 30 centímetros de diâmetro;
  •  Possuíam uma corrente de condução na roda traseira;
  •  Tinham um centro de gravidade baixo;
  •  Apresentavam uma direção frontal.

O aparecimento da moto

O aparecimento da moto deu-se no ano de 1869 e deve-se à ação do francês Louis Perreaux e do americano Sylvester Roper que, ao mesmo tempo e sem se conhecerem, tiveram a ideia de criar um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor. Nessa época, os meios de transportes principais, como os navios e as locomotivas, eram movidos a vapor tanto na Europa como nos Estados Unidos da América e isso serviu de inspiração tanto a Perreaux como a Roper. A máquina foi construída com um motor a carvão vegetal de dois cilindros, com bielas ligadas a uma manivela na roda traseira. No entanto, o motociclista era colocado sobre uma grande roda dianteira e essa era uma posição muito desconfortável. Tratou-se da primeira experiência em adaptar um motor a vapor para os veículos mais leves. Muitas outras experiências sucederam e mesmo com o advento do motor a gasolina, as experiências continuaram para lá do século XX.

A introdução dos motores de combustão interna

Para muitos, a invenção da moto só aconteceu a partir do momento em que os veículos de duas rodas começaram a circular com motores de combustão interna. Nesse sentido, o primeiro a fazê-lo com sucesso foi o alemão Gottlieb Daimler que, em conjunto com Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina numa bicicleta de madeira adaptada. A moto de Daimler apresentava estas características principais:
  •  Um motor a gasolina de quatro tempos do ciclo Otto com um único cilindro que se encontrava montado no centro do veículo;
  •  Uma roda traseira e dianteira de igual dimensão com aros de madeira e ferro;
  •  Uma roda lateral de mola em cada lado do veículo para atribuir uma maior estabilidade;
  •  Um chassis com uma armação em madeira;
  •  Um design pesado, áspero e desconfortável, daí ser apelidada de “quebra-ossos”.

O motor de combustão interna possibilitou a produção de motos à escala industrial, mas dividia a preferência dos utilizadores com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e baratos. Contudo, uma das maiores dificuldades dos fabricantes de motos foi onde instalar o motor, se no selim, dentro ou sob o quadro da bicicleta ou no cubo da roda dianteira ou traseira. Inicialmente, como não havia consenso, todas as alternativas foram adotadas e só no início do século XX é que os fabricantes decidiram que o melhor local para colocá-lo seria na parte interna do triângulo formado pelo quadro. Essa foi a opção mais viável para andar de moto com segurança e mantém-se atual até aos dias de hoje.

A primeira fábrica de motos

A primeira fábrica de motos surgiu em 1894 na Alemanha e chamava-se Hildebrand & Wolfmüller. No ano de abertura foram produzidos mais de 200 veículos, o que foi um autêntico sucesso comercial. A Hildebrand & Wolfmüller também se destacou por ter sido a responsável pela criação do sistema de arrefecimento que tinha como objetivo principal o arrefecimento do motor das suas motos.

O motor DeDion-Bouton

Em 1895 surgiu o motor que revolucionaria a indústria motociclística em escala mundial, o DeDion-Bouton. Tratava-se de um motor de quatro tempos de alta rotação, leve e com meio cavalo de potência. É nesta altura que as motos passaram a ter potência e isso fez com que todos os fabricantes adotassem este novo sistema na construção dos seus modelos. Um dos exemplos mais conhecidos é o do fabricante americano Harley Davidson que passou a incorporar o motor DeDion-Bouton em todos os seus modelos.

A produção de motos a partir do século XX

No início do século XX viu-se um enorme crescimento em todo o mundo no que diz respeito a produção de motos. Na Europa existiam cerca de 43 fábricas de motos, ao passo que nos EUA, as primeiras fábricas – Columbia, Orient e Minneapolis – surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910. Este foi um período de desenvolvimento onde se introduziram todo o tipo de inovações e aperfeiçoamentos. De todas as alterações que foram realizadas a partir do século XX, evidenciam-se as seguintes:
  •  A evolução dos motores: de um a cinco cilindros e de dois a quatro tempos;
  • As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer um maior conforto e segurança. O destaque vai por completo para a fábrica alemã NSU que, em 1914, já oferecia a suspensão traseira do tipo mono choque como hoje é utilizada;
  • Introduziram-se os braços oscilantes na suspensão traseira das motos;
  • Os pneus passaram a ser mais resistentes;
  • Começaram-se a utilizar os travões de disco nas provas de velocidade.

Cada fabricante procurava ser o mais original possível e isso fez com que a produção de motos evoluísse para um patamar de excelência.

A introdução das marcas japonesas


Após a Segunda Guerra Mundial, assiste-se à entrada em cena dos fabricantes japoneses no panorama motociclístico mundial. A produção de novos modelos veio revolucionar o mercado e, de certa forma, acabou por introduzir uma nova visão na mente de todos os admiradores dos veículos de duas rodas. As motas passaram a estar dotadas de alta tecnologia e tinham motores cada vez mais leves e potentes. O seu design moderno, baixo custo e promessa de máximo conforto, cativou vários mercados e fez com que milhares de fábricas em todo o mundo fechassem as suas portas. Atualmente, o mercado está equilibrado e regularmente aparecem novos modelos vanguardistas com o intuito de satisfazer todo o tipo de gostos e preferências.


Fonte: MotoClube.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Hayabusa - a história de uma lenda.

A Hayabusa é a moto da Suzuki que revolucionou o mercado das supermotos esportivas. Conheça a Hayabusa e saiba o porquê desta moto ser considerada uma lenda dos tempos modernos.



A origem da Hayabusa

A Hayabusa, também conhecida como GSX 1300 R, é uma moto superdesportiva da Suzuki que foi apresentada no ano de 1999. Trata-se de um modelo exclusivo que se tornou uma lenda no motociclismo mundial e isso deve-se à sua prestação no asfalto e ao fato de ter sido a moto mais rápida do mundo, com velocidades superiores a 300 km/h. A Hayabusa retirou o título de moto mais veloz do mundo da CBR 1100 XX da Honda (conhecida como Super Blackbird) e fez com que a Suzuki se posicionasse como uma das marcas mais poderosas do motociclismo mundial.

O significado do nome Hayabusa

A Hayabusa é um termo japonês que significa “falcão peregrino”, este pássaro é conhecido por ser a ave mais rápida do mundo. Trata-se de um animal que tem uma velocidade de voo superior a 320 km/h e destaca-se por ser o predador natural do Blackbird (um tipo de pássaro). Nesse sentido, a Hayabusa, em semelhança ao falcão peregrino japonês, procura ser a moto mais rápida do mundo e, por outro lado, pretende “caçar” e destronar a sua maior rival, a Blackbird CBR 1100 XX da Honda, de modo a dominar o asfalto.

O aparecimento de uma nova classe de motos

O lançamento da Hayabusa deu origem a uma nova classe de motos, a classe Ultimate Sport ou Hyper Sport. Neste segmento encontram-se todo o tipo de motos desportivas que competem entre si a grandes velocidades, como por exemplo os modelos K1200 S da BMW, a Kawasaki Ninja ZX 12R, a Kawasaki Ninja ZX 14, entre outros. Tratam-se de modelos exclusivos que foram projetados para obter o máximo desempenho no asfalto ou nas pistas de competição.

A Hayabusa é uma moto hyper sport que oferece uma excelente aerodinâmica, proteção contra o vento e é muito fácil de ser conduzida, proporcionando um melhor fluxo de ar sobre o motociclista. Por outro lado, além da velocidade, o conforto, a ergonomia e a fiabilidade técnica são outras características exclusivas que fazem da Hayabusa uma das motos preferidas dos riders mais aventureiros. Para os motociclistas que gostam de grandes emoções e velocidades, a Hayabusa pode ser adquirida pela módica quantia de R$ 61.200,00.



A Hayabusa e a imposição do limite de velocidade eletrónico

O lançamento da Hayabusa no mercado fez com que as motos atingissem uma velocidade nunca antes vista e isso foi um feito extraordinário no motociclismo mundial. Contudo, com o intuito de impedir a existência de uma regulamentação europeia específica, que proibisse a importação destes modelos hyper sport, no ano de 2001 realizou-se um acordo de cavalheiros entre os principais fabricantes de motos japoneses e europeus. Este acordo determinou que todas as motos passassem a ter uma velocidade eletrónica limitada de 299 km/h, de forma a garantir a máxima segurança de todos os riders na estrada.

As características principais da Hayabusa

A Hayabusa é uma moto hyper sport que se distingue das demais graças à particularidade das suas características principais. São elas:
  •     Apresenta um motor com uma cilindrada de 1340 cm3, de 4 cilindros em linha DOHC e 16 válvulas. É um motor de quatro tempos com refrigeração líquida, lubrificação forçada e cárter húmido. Tem uma potência máxima de 194 cv de potência a 9.800 rpm;
  •     Utiliza um sistema de Válvula de Borboleta Dupla (Dual Throttle Valve – SDTV) para a injeção de combustível, o que diminui consideravelmente o seu consumo. Por outro lado, é de realçar que o sistema eletrónico tem ignição eletrónica, sendo que o arranque é elétrico;
  •     O tipo de transmissão é de 6 velocidades, o diferencial traseiro utilizado é o de corrente selada e a embreagem é multidisco e manual;
  •     O painel de instrumentos é muito completo e inclui o tacómetro, velocímetro, marcador de combustível com display em LCD, medidores de temperatura e luzes indicadores em LEDs;
  •     Oferece uma posição de pilotagem desportiva, que proporciona o máximo conforto na estrada e nas viagens de longa distância. O motociclista pode escolher o modo de pilotagem de acordo com a sua preferência através do sistema de Seleção do Modo de Pilotagem (Suzuki Drive Mode Selector – S-DMS). Com esta tecnologia, os riders podem escolher entre três opções de pilotagem distintas: conforto (Touring), normal e desportiva (todo o tipo de competições);
  •     A suspensão frontal apresenta uma forquilha telescópica hidráulica invertida com mola helicoidal e é completamente regulável. Por outro lado, a retaguarda, possui suspensão constituída por alavancas, tem um amortecedor hidráulico com mola helicoidal e é totalmente regulável;
  •     Uma das características mais notáveis é a inclusão de um novo sistema de exaustão 4-2-1-2, que cumpre as exigências das regulamentações de emissão de gases EURO3 e EPA Tier 2;
  •     Na frenagem, o freio dianteiro é composto por discos duplos, ao passo que o traseiro é constituído por um disco simples. O pneu dianteiro utiliza 120/70ZR17 M/C, ao passo que o traseiro utiliza o 190/50ZR17 M/C;
  •     A Hayabusa apresenta 1485 mm de distância entre eixos, 2195 mm de comprimento, 1170 mm de altura e 740 mm de largura. O seu peso total é de 220 kg e a capacidade do depósito de combustível é de 21 litros.




Fonte: MotoClube.com

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Contagem regressiva para o SBS 2012!


BMW confirma o lançamento de seu primeiro scooter.

A BMW  confirmou a produção do scooter Concept-C para o ano que vem (2012). A máquina será o primeiro  scooter na história da marca bávara.




Revelado durante a última edição Salão de Motos de Colônia  (Intermot 2010), na Alemanha, o novo scooter de média cilindrada apresentará novas tecnologias. Pelo que tudo indica, o modelo terá motor bicilíndrico e transmissão CVT e, de quebra, muita tecnologia embarcada como: painel do GPS integrado, retrovisores digitais com câmeras na traseira da moto, etc.



Segundo a marca, os belos pneus com detalhes em azul não estarão disponíveis.

A apresentação oficial do Concept-C – que certamente ganhará outro nome – acontecerá no próximo Salão de Milão (Eicma 2011), que será realizado entre 8 e 13 de novembro, na Itália.



Fonte: Blog Duas Rodas

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A nova Ducati 1199 Panigale




A Ducati anunciou ontem, em Borgo Panigale, sede da empresa na Itália, a sua  nova superbike 2012, a Ducati Panigale 1199, como será conhecida a nova geração de suas superbikes. E confirma sua primeira apresentanção ao público na EICMA, mostra internacional de Milão, de 10 a 13 de novembro.

O novo modelo, que já atraiu um maciço interesse mundial durante a fase de testes, pode ser visto agora no website Ducati e no endereço da marca no Youtube. Mas o desempenho da inovadora máquina italiana, que quebrou a tradição ao inserir um nome – Panigale – ao lado da capacidade do motor 1199 (conhecido como eleven-nine-nine) só será conhecida em alguma semanas. E essa associação do nome Panigale traz ao cenário a raíz histórica da Bolonha, onde fica Borgo Panigale, território italiano conhecido como vale do motor. A Ducati imortaliza assim esse pedaço da Itália apaixonada pelas suas máquinas, nomeando Panigale a sua nova geração de superbikes.




Projetada com a competição em seu DNA, a Ducati Panigale 1199 entrará em ação nas corridas primeiramente no campenato Superstock FIM de 2012. E pelo plano de desenvolvimento da fábrica, vai estrear no mundial de superbike em 2013. Com a adoção desse duplo estágio de desenvolvimento, serão feitas alterações adicionais, apropriando a Ducati Superbike Panigale 1199 ao regulamento mais amplo da Categoria Superbike no Mundial. E nessa medida, a fábrica vai continuar apoiando com suporte técnico a participação de equipe Althea com a 1198, na temporada de 2012.

Fonte: Fastmotos







quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Como escolher o capacete ideal?

A escolha de um capacete para a moto pode ser uma das compras mais difíceis de realizar, mais até que a compra da própria moto. Todos os motociclistas devem conhecer as características principais de um capacete, de forma a verificar se este cumpre todos os requisitos de segurança. Saiba como escolher um capacete para a moto e faça uma viagem com a máxima segurança e comodidade.

                                                                           



A segurança que o capacete oferece

Antes de partir para a compra de um capacete, todos os motociclistas devem conhecer as vantagens da utilização de um capacete, por mais óbvias que estas possam ser. Na compra de um capacete, a principal preocupação deve ser única e exclusivamente a segurança que ele oferece.

Todos os estudos efetuados indicam que os capacetes para motociclistas são importantes e eficazes na prevenção de traumatismos cranianos e na redução da gravidade de lesões sofridas pelos motoristas e pelos passageiros dos veículos de duas rodas. A não utilização de um capacete pode provocar danos irreversíveis, conduzindo a um estado de invalidez permanente ou até mesmo à morte.

As vantagens da utilização de um capacete são assim incontornáveis e garantem uma maior segurança ao condutor na condução de uma moto.

Quando se fala em relação à segurança que o capacete oferece, existem duas grandes preocupações que os motociclistas devem ter: 

- A primeira relaciona-se com a visibilidade e a visão periférica. Se a visibilidade se encontrar comprometida, as probabilidades de acontecer um acidente aumentam exponencialmente; 

- A segunda preocupação tem a ver com o facto de, em caso de acidente, o capacete ter ou não a capacidade suficiente de aguentar a força do impacto. É necessário que o capacete que vai comprar o proteja quando realmente precisar ou quando estiver verdadeiramente em perigo. É por isso que existem muitas exigências em relação à qualidade dos capacetes para motociclistas.

Como escolher um capacete para a moto

De uma forma geral, quando se compra uma moto nova, a ânsia e a emoção do motociclista em a experimentar é enorme e isso faz com que a compra do capacete fique para segundo plano, o que não deve acontecer. O que acontece muitas vezes é que o capacete é adquirido à pressa, por vezes apenas por sugestão do vendedor e o motociclista acaba por escolher aquele que não é mais adequado e que não se ajusta às suas necessidades. Para o ajudar na escolha de um capacete para a moto, todos os motociclistas devem ter em atenção os aspetos seguintes:

A certificação: Um capacete é inútil se não oferecer proteção. Todos os capacetes devem ser certificados com o DOT (Department of Transportation), que é um selo da qualidade que se encontra na parte de trás dos capacetes. Esta certificação também pode ser atribuída pela Snell, que é uma organização sem fins lucrativos que testa se os capacetes oferecem a máxima proteção. São ambas certificadoras norte-americanas e têm como fim o mesmo objetivo, efetuar testes rigorosos de forma a avaliar se os capacetes têm a capacidade de absorção necessária de uma quantidade significativa de energia que um impacto possa causar. O que as diferencia é que a Snell avalia também o queixo dos capacetes ao passo que o DOT não o faz.

Ao nível europeu, a homologação de capacetes é feita de acordo com a norma ECE 22 da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas (UNECE). Esta norma obriga a que todos os capacetes tenham uma etiqueta cosida na correia de detenção, indicando onde o capacete foi homologado, qual o número de homologação que apresenta e qual o número de série do capacete.

Só assim é que todos os motociclistas se certificam da correta homologação de um determinado capacete que possam adquirir. A certificação do capacete é, sem dúvida, sinónimo de segurança para todos os motociclistas e da qualidade dos materiais que estão à venda no mercado.

O ajuste: A maioria dos capacetes vem com conselhos para o ajuste e dimensionamento. No entanto, a melhor forma de ver se o capacete encaixa na perfeição é quando o coloca e abana a cabeça de um lado para o outro, de frente para trás e de cima para baixo. Assim conseguirá verificar se o capacete está justo à sua cabeça e se está uniforme. Se ele estiver largo, isso quer dizer que em caso de acidente o capacete poderá sair, o que conduz à perda de toda a sua eficácia. No caso de estar muito apertado, as viagens de moto serão extremamente desconfortáveis para o condutor. O fecho de segurança é de extrema importância para fazer este teste, pois deve estar bem colocado. Na maioria dos capacetes, são utilizados fechos de duplo anel em D, pois são os fechos de segurança mais seguros e mais leves do mercado, como por exemplo os que são usados pela Arai, apesar dos fechos rápidos, de velcro e o sistema de alavanca continuarem a ter uma grande aceitação.

A forma: Na constituição de um capacete, o fator principal a que um condutor deve dedicar a sua atenção é à forma do capacete. Os capacetes apresentam tamanhos e formas diferentes para se adaptarem às diferentes formas das cabeças dos motociclistas. Algumas pessoas têm uma cabeça maior ou mais pequena, enquanto outros a podem ter mais arredondada ou oval. Nos capacetes, as formas são exatamente iguais, ou seja, eles podem ser grandes, pequenos, redondos ou ovais.

Ao comprar um capacete, deve experimentar todo o tipo de capacetes para verificar qual deles melhor se adapta à sua cabeça e qual deles é o mais confortável para si. Deve escolher um, em que o seu peso seja equitativamente distribuído por toda a cabeça, para que o condutor o aguente facilmente.

O fato de utilizar uma determinada medida de uma marca e modelo não significa que um outro modelo encaixe exatamente no mesmo tamanho e com as mesmas medidas.

O conforto: O conforto é um dos aspetos mais importantes na escolha de um capacete para a moto. Se o capacete escolhido é ligeiramente incomodativo, isso quer dizer que esse não é um bom capacete para si, porque ao longo de uma viagem esse sentimento de desconforto vai aumentar cada vez mais e a sua viagem será transformada em momentos de pura agonia.

Testar o capacete em plena condução é um dos melhores testes que pode realizar. Se tiver a oportunidade de o experimentar em movimento, conseguirá verificar se sente alguma pressão da velocidade, ou se ouve o ruído do vento ou o barulho do motor da moto. Caso contrário, deve continuar a experimentar vários capacetes, cada um durante um período de 15 a 30 minutos.

O conforto é muito difícil de determinar, mas faz toda a diferença para todos os que amam ou detestam o seu capacete. O capacete ideal existe e é aquele que lhe garante a máxima descontração e conforto nas suas viagens.

As compras na internet são a moda dos tempos atuais, inclusive, se pretender, pode comprar uma moto online, mas no que concerne aos capacetes não é aconselhável que o faça, uma vez que é necessário que o experimente antes para testar todo o seu conforto. Para os capacetes fechados, a melhor marca é a Arai, uma vez que tem no mercado vários modelos com várias formas que se encaixam em qualquer tipo de cabeça. Também oferece bochechas almofadadas em muitos modelos. Quase tão popular é a Shoei, que tem um poder de ajuste maior. Outras marcas que são sinónimo de conforto para muitos motociclistas são a AGV, Nolan, FM, HJC e Bieffe. Porém, é de realçar que os modelos de capacetes estão em constante evolução e estão sempre a ser revistos e atualizados, o que faz com que o que hoje é novidade, amanhã pode já estar ultrapassado.

Os forros: Os forros também contribuem para um maior conforto de um determinado capacete, pois o estofo macio da borracha que está no interior do capacete é o ponto de contacto entre a cabeça do condutor e o próprio capacete. Um bom forro deve ter assim uma boa vedação em torno da orelha para que não a magoe. Os forros com formato mais ergonómico são muito mais confortáveis e levam menos tempo a adaptarem-se ao formato da sua cabeça. Preferencialmente, eles devem ter uma boa capacidade de respiração, adaptáveis ao seu rosto e devem também absorver o suor.

A cobertura e as viseiras: Quanto maior for a cobertura de um capacete mais protegido fica o condutor e mais segura se torna a sua viagem de moto. Todos os motociclistas devem procurar um capacete que ofereça a cobertura total do casco, mas também os que apresentam uma cobertura uniforme do forro interior.

Por outro lado, um motociclista deve ter em atenção o tipo de viseira que acompanha o capacete. Deve informar-se se podem ser substituídas e se existe a possibilidade de colocar uma mais escura, espelhada ou de alta definição. Existem viseiras de abertura fácil que são muito eficazes, pois impedem a entrada da chuva e do vento. O ideal seria escolher um capacete com uma viseira anti-risco e que não deixe embaciar, caso contrário o condutor não conseguirá ver o que se passa à sua volta na estrada.

O sistema de ventilação: O sistema de ventilação de um capacete evita o embaciamento da viseira e mantém o ar renovado no interior do capacete. Quando se trata de um bom sistema de ventilação, o condutor não ouve qualquer tipo de ruído no interior do capacete. No entanto, o que sucede na maioria das vezes, e porque os custos de produção assim o obrigam, é que o motociclista ouve ruídos durante a condução. Embora nem sempre com a máxima qualidade, é uma forma de garantir um extra ao acessório e não inflacionar muito o seu preço.

A aparência: Atualmente os capacetes podem ser personalizados de acordo com o tipo de moto e gostos pessoais dos motociclistas. Quantos mais gráficos ou desenhos o capacete tiver, mais caros serão. Se um vendedor lhe mostrar um capacete com desenhos que vão de encontro aos seus gostos e pedir um preço astronómico por ele, pergunte-lhe qual o preço desse mesmo capacete numa única cor, verificará que existe uma discrepância enorme.

A cor é, de fato, um fator de extrema importância que um motociclista deve considerar ao comprar um capacete. As cores de um capacete devem ser brilhantes, assim o condutor terá um maior destaque e visibilidade na estrada e para os outros condutores. Por outro lado, as cores brilhantes também representam uma mais-valia para quem conduz à noite, fazem com que o motociclista se notabilize e marque a sua presença, o que aumenta consideravelmente os seus níveis de segurança.

O custo: O custo de um capacete acaba por ser irrelevante, porque o que interessa é a forma como o condutor se sente quando o experimenta. Se encontrou aquele capacete que está certificado e se adequa de forma perfeita à sua cabeça e lhe garante a máxima comodidade e bem-estar, então deve-o comprar no imediato. Independentemente de ele ser caro ou barato será um investimento com retorno, pois o seu conforto, a sua proteção e segurança estarão sempre salvaguardados.

Estes são os aspetos principais que determinam a escolha de um capacete para a moto, no entanto, um motociclista deve ter em atenção que o tipo de capacete que adquire relaciona-se com a condução que pratica e com a moto que possui.


Fonte: MotoClube.com

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A história da Harley-Davidson




A Harley Davidson é uma das marcas de motos mais conceituadas e referenciadas em todo o mundo. Conheça a história da Harley Davidson e saiba o porquê desta marca ser um símbolo de uma nação e motivo de orgulho de todos os motoqueiros.

A origem da Harley Davidson

A Harley Davidson é uma empresa de motos norte-americana que foi fundada na cidade de Milwaukee, estado de Wisconsin, no início do século XX, nomeadamente no ano de 1903. O seu aparecimento deve-se à ação de dois jovens, William S. Harley e Arthur Davidson, que resolveram instalar um motor num quadro de uma bicicleta, com o intuito de se deslocarem de uma forma mais rápida e confortável nas subidas e competições. Este feito foi um tremendo sucesso na época e isso permitiu lançar as bases de uma das empresas de motos que viria a ser uma das mais conhecidas em todo o mundo, a Harley Davidson.

O nascimento de uma lenda

Os fundadores da Harley Davidson, William S. Harley e Arthur Davidson, começaram por construir um veículo de duas rodas que era alimentado por um motor de um cilindro de combustão a gasolina. Tratava-se de um motor único, com 410 cm3 que desenvolvia três cavalos de potência. Estava equipado com uma válvula de admissão automática e tinha um sistema de transmissão de correia. Esta foi a primeira moto construída pela Harley Davidson e ficou conhecida como a lendária Silent Gray Fellow.

O crescimento da Harley Davidson no início do século XX

No ano de 1907, juntaram-se os primos William e Walter Davidson à empresa e a marca começou a ficar cada vez mais conhecida, aumentando a sua produção para mais de cem motos por ano. Nesse mesmo ano, a fim de fazer uma demonstração da qualidade das motos fabricadas, Walter Davidson participa e vence uma famosa corrida de resistência. Além da vitória, conseguiu estabelecer um novo recorde ao percorrer uma distância de 300 quilómetros com menos de cinco litros de combustível e isso foi suficiente para a polícia americana começar a equipar a sua frota com motos Harley Davidson. Em 1909, Bill Harley construiu o primeiro motor V-Twin com sete cavalos de potência e foi nesta altura que nasceu o “famoso” ângulo de 45 graus, um dos símbolos principais da marca.
 
A primeira Guerra Mundial

No apogeu da I Guerra Mundial (1917), um terço de todas as Harleys Davidsons foram enviadas para o exterior com o intuito de ajudar os soldados em combate e a minimizar os seus esforços de guerra. No ano seguinte, cerca de metade das motos produzidas foram vendidas ao exército dos Estados Unidos da América (EUA), com o intuito de reforçar a sua armada. No final da guerra, foram utilizadas cerca de 20.000 motos, sendo que a maioria delas foram Harley Davidson. Este foi o período que consagrou a Harley Davidson como a maior fábrica de motos em todo o mundo, com cerca de 2.000 concessionários em mais de 67 países diferentes. 

A segunda Guerra Mundial

Durante a II Guerra Mundial, a Harley Davidson continuou a atender ao chamado dever patriótico e enviou os seus modelos para o exterior para ajudar nos esforços de guerra. Nesse sentido, construiu mais de 80 mil motos de 750 cm3 nas versões WLA, WLC, WSR, com e sem carro lateral. Durante este período, a quase totalidade das motos produzidas pela Harley Davidson foram máquinas militares.

O símbolo do sonho americano

Depois da II Guerra Mundial, as motos Harley Davidson passaram a ser utilizadas em massa e isso foi suficiente para serem consideradas um símbolo do sonho americano. Nesse sentido, a compra de uma moto Harley Davidson garantia uma igualdade de oportunidades entre todos e representava o esforço e a determinação de cada um em atingir os seus objetivos de vida. A introdução do modelo Sportster (1957), um dos maiores sucessos da marca, também desempenhou um papel fundamental na aproximação, união e fraternidade de todos os motards e essa sempre foi a imagem de qualidade da marca.

A entrada na bolsa

No ano de 1965, assistiu-se ao início de uma nova fase na história da Harley Davidson: a entrada na bolsa. A empresa American Machine Foundry (AMF), um fabricante norte-americano de produtos de lazer, adquiriu a maioria das ações da Harley e, em pouco tempo, o logótipo da AMF começou a aparecer nos tanques de todas as Harleys.

Com esta fusão de interesses, a produção das Harley Davidson passou de 15.000 para 75.000 unidades por ano, contudo, a qualidade das motos e dos materiais utilizados diminuiu consideravelmente.

A partir da década de 70

A partir da década de 70, assistiu-se a uma série de mudanças que permitiram à Harley Davidson desenvolver novos modelos, mais rápidos e completos, que vieram revolucionar o mercado motociclístico mundial. São disso exemplo, o lançamento da Cruiser, Low Rider, Electra Glide Sport, Softail, a Dyna e a Fat Boy, entre outras. Estas alterações permitiram que a marca americana se tornasse mais competitiva nas pistas e no asfalto e isso permitiu reforçar a sua posição no mercado face às investidas e desenvolvimento das marcas japonesas.

Os anos 80

Na década de 80, treze executivos seniores da empresa assinaram uma carta de intenção para comprar as ações da Harley Davidson que pertenciam à AMF e, em junho desse mesmo ano, a compra foi concretizada. A partir daqui a marca adotou a frase “The eagle soars alone” (A águia voa sozinha) e seguiu o seu próprio caminho. Em 1983, deu-se o aparecimento do Grupo de Donos da Harley (Harley Owners Group – HOG), uma instituição que patrocinava corridas, organizava eventos e mantinha todos os motards em contacto. Em 1984, na primeira corrida organizada pelo HOG estiveram presentes 28 motards; hoje existem mais de 750 mil membros.

A Harley Davidson nos dias de hoje

Atualmente, a Harley Davidson é uma das marcas de motos de referência no motociclismo mundial, pois a sua condução é única e incomparável em relação às demais. A marca americana está presente em todos os continentes e produz cerca de 280 mil motos por ano. Também se destaca a diversidade da sua oferta, que oferece mais de 28 modelos diferentes para todos os gostos nos mais de 1300 postos de vendas espalhados em todo o mundo. A marca também comercializa roupas e acessórios e distingue-se, principalmente, pela venda de atitude e estilo de um motard e esse é o verdadeiro espírito da Harley Davidson.


Fonte: MotoClube.com

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O BMW M3 versus a BMW S1000RR, quem é o mais rápido?

A história é a seguinte:

Rico e
Nico, dois amigos, fizeram uma aposta final:
Quem é mais rápido? O carro BMW M3, com o SuperStart da linha M, ou a moto BMW S1000RR, a "bike M"? 
A BMW deu-lhes - além do carro, moto, pista e equipe - a chance de um ajuste extra nas máquinas. 
Na disputa os oponentes não largaram do mesmo lugar para terem simplesmente os tempos cronometrados, mas largaram ao mesmo tempo em pontos diferentes do circuito para ver qual veículo alcançaria o outro antes.
O resultado você descobre logo abaixo:






Fonte: BMWblog

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Motos com design futurista!

Algumas das motos abaixo chegaram a ser construídas outras, infelizmente, ficaram só no papel. Veja os modelos abaixo e nos diga qual você mais gostou:


Batpod:


Bombadier Embrio


Confederate Renovatio


 I. Care


Honda V4


Dodge Tomahawk


Peraves Monotracer


Suzuki G-Strider


Victory Vision 800


Yamaha Tesseract

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A moto mais veloz do mundo!

A Top 1 Ack Attack obteve o título de moto mais veloz do mundo.

Em testes realizados no deserto salgado de Bonneville, EUA , Rocky Robinson pilotando a moto super especial Top 1 Ack Attack conquistou o desejado título de Moto mais veloz do mundo.

Rocky Ronbinson com a sua moto chegou aos incríveis 634 KM/h, um verdadeiro foguete de duas rodas.

A moto é toda preparada com o que se pode dizer ” trem de pouso “, um par de rodas que descem de suas laterais para manter a moto em posição até que possa estar em velocidade o suficiente de equilíbrio, que através de um controle interno é recolhido ao atinger a velocidade esperada.

O seu impulsionamneto inicial, é feito por um veículo, que vai empurrando na parte de trás, o que é feito na maioria dos veículos que buscam recordes neste deserto, por não ter força de arrancada.

Isto tudo poderá ser notado no filme abaixo, realizado pela equipe da Top 1 Ack Attack.

a Top 1 Ack Attack chegou a alcançar a velocidade de 634 Km/h, mas, para efeitos de registro de recorde, valeram os 605Km/h que foi ratificado pela FIM, que registrou a marca .









sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Venda de motos bate recorde em agosto.

A indústria brasileira de motocicletas registrou em agosto o melhor balanço mensal de vendas de sua história. De acordo com a Abraciclo, no período, foram comercializadas 202.851 unidades no atacado  (do fabricante à revenda), o equivalente a alta de 25,8% ante julho. Frente a agosto de 2010, a expansão foi de 24%. O desempenho ficou ainda 8,8% acima do verificado em setembro de 2008, quando a indústria registrou vendas recordes.

A produção nacional de motos, por sua vez, alcançou 217.642 unidades no mês passado. Esse número representa avanço de 35,8% em comparação a julho, de 25,8% em relação ao mesmo intervalo de 2010 e de 3,5% frente ao melhor resultado registrado até então, em setembro de 2008.

Segundo a Abraciclo, as exportações do setor somaram 4.725 unidades, o equivalente a queda de 12% ante julho na comparação com agosto de 2010, o recuo foi de 33,3%.

A entidade destaca em nota que, apesar do desempenho recorde no mês, no acumulado de 2011 os resultados ainda estão abaixo dos verificados em 2008. Até agosto, foram produzidas 1.456.547 motocicletas pela indústria nacional, ante 1.473.494 em igual intervalo de 2008.


Fonte: G1/Valor Econômico

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Moto conceitual inspirada no clássico da Peugeot.

A designer Madella Simone se inspirou no clássico modelo Peugeot 515, lançado em 1934, para criar um novo conceito de moto. Em vez dos quatro cavalos de potência, a máquina teria uma moderna potência de 515 cavalos no motor, com uma bateria de lítio recarregável. Outra ferramenta que mudou, graças a quase um século de evolução tecnológica, é o antigo cubo responsável por ligar o garfo de embreagem ao corpo. Agora a conexão é feita através de uma esfera que permite a mudança de distância entre os eixos.












Fonte: Yanko Design

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Moto Monster - a maior moto do mundo!

A maior moto do mundo foi apresentada na Austrália durante o MMS – Melbourne Motor Show. A “Monster Motorbike” tem impressionantes 3 metros de altura e conta com um enorme motor Detroit Diesel, transmissão Allison automática de seis velocidades e diferenciais Eaton. Criada e construída por Ray Baumann, um ex-dublê que cansou de machucar-se em apresentações perigosas, a super moto pesa 13,6 toneladas. 





 O comprimento da Monster Motorbike é nada menos do que nove metros. Confira abaixo um vídeo com a demonstração da super moto:





Fonte: MotoDriver.com.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Os 12 mandamentos do motociclista.

Enquanto as autoridades se dividem entre propor medidas de restrição ao uso da moto e fazer campanhas educativas para os Motociclistas, o motociclista Lucas Pimentel, valendo-se de sua experiência a frente da ABRAM – Associação Brasileira de Motociclistas - elaborou de maneira clara e prática uma lista contendo os “Doze Mandamentos” para a segurança dos motociclistas no trânsito.



1 – Mantenha a motocicleta sempre em ordem

Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus; cheque o funcionamento do farol, setas, lanterna e luz de freio; verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico; confira o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; revise os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH e o CRLV; utilize o protetor de pernas (mata-cachorro) e a antena anti-cerol.


2 – Pilote utilizando equipamentos de segurança

Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); botas ou sapados reforçados e luvas (de preferência de couro).


3 – Reduza a velocidade

Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.


4 – Atenção e concentração

O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.


5 – Respeite a sinalização de trânsito

Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.


6 – Cuidado nos cruzamentos

Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a atenção e reduza a velocidade ao se aproximar dos mesmos, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.


7 – Cuidado nas ultrapassagens

Sinalize as manobras com antecedência e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado. Tenha cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.


8 – Cuidado com pedestres

Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano. Seja cordial e fique alerta para os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.


9 – Seja visto

Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos.


10 – Alcoolismo

Está comprovado que bebida e direção não combinam. Então, se beber, não pilote. Fique vivo no trânsito.


11 – Mantenha distância

É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros), principalmente em avenidas e rodovias.


12 – Cuidado com a chuva

Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.



Fonte: Bike Riders