quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Athena DICC pode revolucionar os motores 2 tempos

A empresa italiana Athena apresentou no Salão de Milão um sistema inovador de injeção de combustível direta para motores 2 tempos.

O controle de combustão e injeção direta é baseado no conceito de injeção direta de combustível no cilindro, através de injetores eletrônicos. Apenas o combustível necessário para funcionamento do motor é inserido na câmara de combustão por via aérea e não mais com a mistura inflamável. Este sistema resulta em condições normais de funcionamento diante de mistura magra (com excesso de oxigênio) e cria condições de pleno funcionamento na câmara de carga estratificada de combustão, em todas as condições de carga do motor, além de excluir a maior parte do óleo lubrificante da combustão.

O novo motor 2T: mais economia, menos emissões e melhor desempenho

O sistema de injeção direta DICC (Controle de Combustão e Injeção Direta) foi criado por uma equipe que inclui o engenheiro Jan Witteween, coordenador do projeto e especialista internacional em motores, engenheiro Nino Henry, professor de Engenharia Ambiental e Física da Universidade de Basilicata, técnicos da Athena e da Athena Evolution. O sistema é patenteado em todo o mundo pela Athena.

A Athena vê o novo sistema DICC como uma simples e efetiva solução de custos para motores 2 tempos, bem como a diminuição drástica de consumo e emissão de poluentes. O uso de novos componentes disponíveis comercialmente e não especificamente projetados, juntamente com uma tecnologia aplicável a motores existentes, minimiza a necessidade de um novo design do motor.

O sistema DICC garante uma redução de até 50% das emissões de poluentes e consumo de combustível. “O DICC é a tecnologia do terceiro milênio para reviver os grandes motores 2 tempos. Uma patente que adquirimos pelo professor Nino Henry na Universidade de Basilicata e desenvolvido em conjunto com os nossos técnicos e o engenheiro Jan Witteween, mostra que o sistema é conceitualmente simples e pode ser aplicada a qualquer tipo de motor, incluindo a aviação e agricultura, com a simples substituição do cilindro. Esperamos uma grande resposta para este produto não só no motociclismo. Neste momento, é um orgulho para nós sermos uma empresa de propriedade multinacional italiana que emprega 800 pessoas, falou Erardo Ratzenbeck, gerente geral da Athena na entrevista de apresentação no Salão de Milão, ao lado do pentacamepão mundial de motocross, Antoni Cairoli.

Na mesma ocasião, o engenheiro Jan Witteween disse: “Muitos sabem que os motores 2 tempos de moto ganharam 23 títulos mundiais entre os pilotos e construtores. Nossa história começou em 1975 com a Aprilia Enduro Isle of Man e então eu mantive esse rítmo até 2004. O sistema DICC que desenvolvemos com nossos amigos de Athena, introduzindo no cilindro apenas o combustível necessário para operar o motor por via aérea e não mais por mistura inflamável, resulta em redução de 50% no consumo de combustível, menor consumo de lubrificante, redução de até 65% nas emissões de CO2 e aumento da potência e da curva de entrega. É um sistema muito bom. Nosso primeiro objetivo agora é conseguir uma joint venture com fabricantes em larga escala e também é nossa intenção desenvolvê-lo na pista de corrida.”

No Brasil, a Vedamotors é uma empresa integrante do Grupo Athena, especializada na fabricação de elementos e peças para performance de motores e atua nos segmentos off-road, on-road, ATV, kart, náutica, jardim/floresta, automotivo GNV e indústria.




Fonte: Motonline

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Lit Motors C1: duas rodas sem colocar o pé no chão.

A Lit Motors desenvolveu um projeto que, ao sair do papel, promete revolucionar o mundo dos transportes. Com um trânsito que cresce absurdamente a cada dia, o C1 parece ser a solução para muitos problemas, pois é capaz de garantir a agilidade de uma scooter e a segurança dos carros, sem que o condutor tenha que colocar os pés no chão. O modelo é completamente fechado e possui um mecanismo que permite um total equilíbrio, evitando quedas e acidentes.


O pequeno veículo tem capacidade para duas pessoas, em que o condutor fica a frente do passageiro. Atrás da direção, encontra-se um visor compacto que contém todas as informações necessárias para realizar um trajeto.


Apesar de ser elétrico e pequeno, o C1 não é tão lento como imaginaríamos. Pelo contrário, ele pode ir do 0 aos 100 km/h em seis segundos, além de ter um alcance a cerca de 240 km.


Segundo o fabricante, o charmoso projeto será produzido a partir do ano de 2013, no valor de $ 16 000, o que corresponde a aproximadamente R$ 30 000.

Portanto, com charme e totalmente amigo do meio ambiente, o C1 parece ser a promessa do futuro que, por sinal, está bem próximo. Porém, o preço deve vir um pouco acima do considerado acessível, pois os impostos devem encarecer o produto.

Confira abaixo o vídeo de apresentação do C1 da Lit Motors:




Fonte: Motociclismo Online

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Contagem regressiva para o SBS 2012


Triumph voltará ao Brasil em 2012


Os amantes da marca britânica de motocicletas, a Triumph, terão algo mais para comemorar neste fim de ano. Em seu site internacional, a empresa anunciou que voltará oficialmente ao Brasil “com uma operação gerida por sua própria subsidiária” em 2012. As motos que serão comercializadas no País ainda não foram divulgadas, e, segundo o comunicado da própria Triumph, as primeiras concessionárias devem ser abertas ao público em Julho do ano que vem.

Confira o comunicado oficial da Triumph:

A companhia Triumph Motorcycles pretende re-entrar no mercado Brasileiro em 2012 com uma operação gerida pela sua própria subsidiária.

A empresa subsidiária deverá ser estabelecida em meados de 2012; as primeiras concessionárias abrirão ao público a partir de Julho de 2012. Mais informações sobre os planos da companhia serão disponibilizados no início de 2012.

Entretanto, os clientes que necessitem de assistência podem contactar a sede da Triumph no Reino Unido pelo número +44 1455 251700.

A Triumph agradece aos seus clientes Brasileiros o seu apoio e aguarda com expectativa esta oportunidade de lhes oferecer um serviço de primeira classe em 2012.

www.triumph.co.uk/br



Fonte: Terra motociclismo

Saiba como comprar seu ingresso para o Salão Bike Show 2012


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Honda apresenta a RC-E - conceito esportivo que utiliza motor elétrico


A Honda não pretende ficar de fora da briga pelo crescente mercado de motocicletas elétricas e já prepara uma série de propostas inovadoras do que chamam "conceitos de uma nova geração de modelos eletromotriz".


Entre eles, um desperta especial atenção: a Honda RC-E.

Essa moto é a versão elétrica de um modelo superesportivo, montado a partir de um chassi de alumínio, suspensão traseira monoamortecida por um elemento da Ohlins e na dianteira um bom garfo invertido da mesma marca.

As rodas esportivas têm aro 17’ e os freios dianteiros pinças radiais Brembo. É bastante compacta, com um porte que a assemelha a uma moto de 250cc e características de pista, que levam a pressupor uma performance bastante agressiva.

A entrada dos gigantes no mercado de motocicletas elétricas de grande porte, que nesse início vem sendo dominado por empresas estreantes e com pouco lastro industrial e empresarial, certamente dará a ele um novo impulso, além da produção em larga escala propiciar a rápida redução nos preços desses modelos para o consumidor final.

A Honda RC-E será apresentada oficialmente no Salão de Motos de Tóquio, entre os próximos dias 3 e 11 de dezembro.


Fonte: Moto e Cia

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

BMW G650GS Sertão – O retorno ao off-road

Quando a BMW apresentou a versão 2012 da BMW G650GS, muita gente se assustou um pouco pois a Moto ficou mais on do que off-road, graças as rodas de liga leve.

 
Eis que a BMW lança a versão Sertão da G650GS, uma moto que mantém as mesmas características das suas antecessoras, mas com mais possibilidades para o fora-de-estrada do que a versão normal.
O que mais chama a atenção certamente é o novo grafismo branco e azul no tanque, e detalhes em preto fosco. Somando isso ao fato da moto ter ficado mais alta, temos uma verdadeira moto de enduro.

Mecanicamente, a G650GS Sertão se difere da versão normal por ter o curso da suspensão dianteira aumentado para 210mm, roda dianteira passou de 19 para 21 polegadas, e rodas e pneus mais estreitos, que são melhores para uso off-road.
Além disso, a moto já vem equipada com alguns acessórios, como para-brisa mais alto, protetor de cárter, protetores de mão e tomada 12V, além do ABS e manoplas aquecidas de série da G650GS.


O nome Sertão é uma clara homenagem ao Brasil, fora a Alemanha, o único país do mundo a produzir Motos da BMW. É interessante ver uma moto com nome Brasileiro, em meio a tantas outras motos com nomes estrangeiros.
A G650GS Sertão deve chegar as lojas BMW em Janeiro de 2012, e seu preço será de R$ 32.800,00.

Ficha técnica

Motor
Tipo 4 tempos, 1 cilindros, 4 válvulas, DOHC, refrigerado a líquido e cárter úmido.
Cilindrada 652cc
Diâmetro x Curso 100,0 x 83,0 mm
Taxa de compressão 11,5:1
Potência máxima 50 cv @ 6.500 RPM
Torque máximo 6,1 kgf.m @ 5.000 RPM
Marcha Lenta 1.450 RPM +/- 100
Capacidade de óleo 3,0 litros
Combustível
Alimentação Injeção Eletrônica
Tanque de combustível 14 litros (sendo 4 reserva)
Eletrônica
Ignição ECU/CDI
Partida Elétrica
Saída do Alternador 400 W
Farois 12V 55/60W H4
Transmissão
Embreagem Multi-discos banhada a óleo com acionamento mecânico.
Câmbio Manual de 5 marchas
Transmissão final Por corrente #520 com o-ring
Quadro
Tipo Berço Semiduplo em aço tubular com gaiola traseira em alumínio.
Dimensões
Comprimento 2.174 mm
Largura 920 mm
Altura 1.770 mm
Distância mínima do solo 185 mm
Altura do assento 880 mm
Peso seco 175 kg
Peso em ordem de marcha 193 kg
Suspensão
Dianteira Garfo telescópico hidráulico de 41 mm de diâmetro com ajuste de pré-carga da mola de retorno, curso de 210 mm.
Traseira Braço oscilante em alumínio monoamortecido com ajuste de pré-carga da mola, curso de 195 mm.
Roda dianteira Raiada, de 21 polegadas.
Roda traseira Raiada, de 17 polegadas.
Pneu dianteiro 100/90 21
Pneu traseiro 120/70 17
Freio dianteiro Disco duplo ventilado, de 300 mm, mordido por pinças de 2 pistões, com ABS desconectável.
Freio traseiro Disco simples de 240 mm mordido por pinça de 1 pistão, com ABS desconectável.
Preço sugerido (2012) R$ 32.800,00




Fonte: Motos Blog

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vespa Quarantasei. Clássico de 1946 com tecnologia do século XXI

Poucos modelos na história do motociclismo mundial são tão emblemáticos quanto a famosa Vespa. Presente nas ruas desde 1946, o veículo que deu origem às atuais scooters e que revolucionou o transporte individual nas grandes cidades, ainda é um sinônimo de liberdade para muitas gerações de motociclistas.


Agora, depois de 65 anos e mais de 17 milhões de unidades vendidas, a marca aproveitou o seu espaço no Salão de Milão para apresentar o Quarantasei, a nova Vespa que é uma homenagem ao MP6, modelo lançado em 1946 que deu origem à saga e que, ainda hoje, é um exemplo clássico do estilo e criatividade italianos.

Vespa MP6 125 de 1949

O novo modelo chega ao mercado europeu em duas versões;  uma 125 cm³ de 11,7 cv e torque de 1,05 kgfm e outra com 150 cm³, que apresenta números mais altos (13 cv e 1,3 kgfm) e a rotações mais baixas.





Fonte: Best Riders

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Brutale 675: a MV Agusta “popular”.

Com a introdução da linha Brutale, a MV Agusta buscou criar um ponto de referência da categoria naked de grande cilindrada, com design único e desempenho de superbike. Agora com a chegada de mais um membro para a “famiglia”, a marca de Varese tenta novamente ser a referência na categoria naked de média cilindrada.


A Brutale 675 nasce já mostrando seu refinamento, com o design apurado e bem definido pelo chassi que apresenta seu projeto totalmente inovador e que procura ser acessível e amigável a todos os tipos de motociclistas e seus diferentes níveis de experiência. A MV Agusta Brutale 675 quer satisfazer os pilotos mais exigentes, mas também aqueles que são novos para o esporte. Tanto faz o ambiente, na rua ou na pista, a Brutale 675 é capaz de encarar qualquer situação com prazer e desenvoltura.

Leve ágil e com potência acima da média na categoria, a MV Agusta Brutale 675 tem um motor de três cilindros em linha derivado diretamente da F3 (sua prima esportiva) que traz soluções técnicas antes vistas apenas em motos da categoria máxima do motociclismo, a MotoGP. A principal delas é a contra-rotação do eixo do virabrequim, que melhora sensivelmente o nível de equilíbrio dinâmico da moto. Outro bom exemplo é o MVICS (Sistema Integrado de Controle do Veículo), que integra e controla todos os sistemas de aceleração, alimentação e tração e oferece múltiplas soluções para todas as possíveis combinações de acelerador, alimentação e condições de tração. A potência de saída disponível é de 115 cv a 12,500 rpm distribuídos em uma curva de torque larga.


O chassi segue a tradição MV Agusta e mistura tubos de aço e componentes de alumínio para oferecer um nível de rigidez alto para todo tipo de condução. Com apenas 163 kg (seco), a MV Agusta Brutale 675 possui uma das melhores relações peso/potência da categoria. Outras características que se destacam na Brutale 675 são o controle de tração com 8 níveis de ajuste, balança traseira mono-braço oscilante com um amortecedor Sachs e os freios com pinças radiais.

O design da MV Agusta Brutale 675 é outro ponto a ser destacado no moto. A integração do assento do tanque de combustível com a rabeta mostra que o piloto torna-se um componente integrado da moto e que deve ser inserido no chassis. Extremamente compacto, qualquer piloto sente-se facilmente encaixado e seguro, com os pés firmemente apoiados nas pedaleiras ou no chão. Esse detalhe é reforçado pela ergonomia e ilustrado por um farol clássico e um painel digital completo.

Outro detalhe importante da construção da Brutale 675 é o fato de que os circuitos hidráulicos do motor (óleo e bombas de água) foram completamente integrados no cárter, o que resulta em grande eficiência de funcionamento do sistemas. As suspensões são com garfo telescópico invertido na dianteira e amortecedor com ajuste da pré-carga da mola na traseira. Os freios são Brembo com pinças radiais Nissin e cilindros mestre com reservatório integrado e dois discos de 320 milímetros na dianteira e disco de 220 milímetros na traseira com pistão de duplo cáliper.

A nova Brutale 675 estará disponível ao público europeu a partir de março de 2012 em três combinações de cores: vermelho / prata, branco / dourado e cinza / preto. O preço de lançamento é de 8,990 € (cada país pode ter uma variação de preços devido aos direitos de importação e impostos locais).



Fonte: Motonline

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

As novidades do EICMA 2011, o maior salão de motos do mundo.

Considerado o mais importante salão de motocicletas do Mundo, o EICMA 2011 - Salão de Milão exibe as grandes novidades do setor e dita tendência para a indústria em todo o mundo.

A seguir, um apanhado geral dos principais destaques que as marcas de todo o mundo apresentam por lá:


Honda Integra

A Honda veio a Milão com 7 novos modelos: Integra, NC700X, NC700S, Crosstourer, Vision 50, Vision e Wave110i;  seis motos remodeladas: CBR1000RR Fireblade, GL1800 Gold Wing, VFR1200F, CFR450R, CRF250R e CRF150R e um total de 16 modelos com novas cores.

Honda NC700X

Os novos modelos cobrem uma vasta gama de necessidades dos usuários, dentre os quais se destacam:

  •     Na Crosstourer – Uma moto esporte-aventura que leva a tradição dos motores Honda V4 em uma nova direção. Revelada como uma moto conceito em 2010 a Crosstourer com seu motor 1200cc, estilo aventura, suspensão de curso longo, posição de conduzir ereta, sistema de controle de tração, sistema combinado de ABS, C-ABS e a opção de transmissão com dupla embreagem faz dela uma ótima opção para qualquer ocasião.
  •     A Integra: Uma nova motocicleta que oferece a estabilidade e a dinâmica de uma motocicleta com a proteção, conforto e estilo de um maxi-scooter, mais transmissão DCT e um motor altamente eficiente de 670cc.
  •     Duas novas motos de tamanho médio com custo aceitável – as NC700X e NC700S. Essas motos oferecem muita diversão em duas configurações: crossover e naked, direcionadas ao uso urbano e para fins de semana.
  •     A expansão da gama de motos da Honda com DCT, ou sistema de dupla embreagem e câmbio sequencial para cinco modelos: VFR1200F (melhorada para 2012), Crosstourer, Integra (o primeiro modelo a ter o sistema como ítem de série), NC700X and NC700S. Lançada inicialmente em 2010 a VFR1200F, DCT permite trocas suaves tanto no modo automático quanto no manual.
  •     Três motos com estilo e com preços acessíveis oferecendo mobilidade divertida: a Vision 50, uma cinquentinha totalmente nova que não é lançada há quase 10 anos complementa a Vision 110cc, que saiu recentemente e mais a Wave 110i que segue a tradição da Super Cub, a moto de 60 milhões de unidades vendidas.
  •     Retoques nas motos icônicas da marca – GL1800 Gold Wing de turismo de luxo com 36 anos de história; e uma edição de 20º aniversário da clássica CBR1000RR Fireblade super sports.

Crosstourer

Honda Crosstourer

Honda se torna protagonista no segmento Esporte Aventura com a nova Crosstourer. Com motor V4 de 1.237 cc e potência máxima que supera 129 hp, também conta com ABS combinado e standard, controle de tração TCS e estará disponível na versão DCT, ou com câmbio sequencial com dupla embreagem (“Dual Clutch Transmission”). O desenho é atraente e este motor é o mesmo da VFR 1200F, mas alterado em várias características, como o perfil do comando de válvulas, tempo de distribuição e mapeamento da injeção. Tudo para uniformizar a entrega de potência e torque nas baixas e médias rotações. O chassi também lembra a VFR porque conta com a estrutura de viga dupla em liga de alumínio que segue para baixo e atrás delas há aquele mono-braço oscilante que incorpora o eixo cardan. As rodas são raiadas e contam com pneus 110/80-R19 e  150/70-R17. Preços e disponibilidade ainda não foram anunciados.

NC 700X e NC700S

NC700S


As duas tem a mesma configuração mecânica, mas a  NC700X é uma “crossover” no desenho e suspensão. O C-ABS é standard e também tem uma versão de dupla embreagem e câmbio sequencial. Preços e disponibilidade ainda não foram anunciados.

As características técnicas da NC700X e da NC700S são similares. Motor dois cilindros em linha com 670 cc SOHCe  4 válvulas por cilindro, chassi em tubos de aço em estrutura diamante, posição de conduzir confortável e eficiente. O sistema de frenagem é integralmente associado ao ABS.

Comparada com a naked, a suspensão da Crossover tem mais curso e o sistema DCT tem dois modos de operação: manual e automático com duas seleções, Drive e Sport. Potência máxima está em 47,7 hp a 6250 rpm e 62 Nm a 4750 rpm, mas com o câmbio DCT ela vem com 51,8 hp de potência e 60 Nm de torque máximos. A otimização da razão estoiquiométrica (proporção ar/combustível ideal) proporcionou 27 Km/litro e com 14,1 litros de capacidade ela provê autonomia adequada. A NC700X estará disponível na Europa em quatro cores: preto metálico, prata metálico, branco perolado e vermelho magna.

BMW C 600 Sport & C 650 GT



O produto final do Scooter BMW tem duas versões. A especulação dos últimos meses dizia que seria com motorização de 800 cc, mas a verdade é um motor de 650 cc em dois cilindros paralelos que entregam 60 hp e contam com ABS na versão standard. O Scooter BMW C vem em duas versões: o C 600 Sport tem a clara intenção de abordar os clientes que querem a versão mais esportiva e a versão GT, chamada de C 650 reflete a herança turística da empresa da Bavária. Mesmo chassi e motor para ambos os modelos, com transmissão CVT enquanto o chassi tem vigas duplas em alumínio conectadas diretamente ao motor que assume como peça estrutural. O garfo dianteiro é invertido e o amortecedor traseiro é posicionado horizontalmente e conta com ajuste na pré-carga da mola. Freios duplos na dianteira e único na traseira, todos com as mesmas medidas: 270mm com pinças flutuantes.

Yamaha TMax



Depois de dez anos de trabalho duro o Yamaha TMAX chega a Milão completamente reestilizado. O motor foi aumentado para 530 cc para reduzir consumo, melhorar o conforto ao piloto e se apronta para novamente liderar o mercado de maxi scooters. Os concorrentes europeus e japoneses estão mais agressivos do que nunca. Alguns centímetros cúbicos a mais, perto de 30 ou um pouco menos, aumentou o torque em 10% numa rotação 1000 rpm menor. Resultado de novos componentes no motor e da transmissão final que também mudou e agora conta com correia de kevlar.

O TMAX mistura o conceito de mobilidade do futuro com a idéia de uma moto esportiva, confirmando a conveniência de esquecer a caixa de câmbio manual, mas adicionando o prazer de conduzir um veículo que lembra uma motocicleta. Isso foi conseguido redistribuindo e diminuindo a massa em 4 quilos com a cooperação de um chassi, agora inteiramente em alumínio, acoplado diretamente ao motor de dois cilindros paralelos. O novo Yamaha TMAX não perdeu sua identidade nessa nova edição de 2012. Remete obviamente à família das superbikes como a R1 com os faróis duplos e a lanterna em Leds. O passageiro não foi esquecido. Ele conta com alças dedicadas e pedaleiras retráteis. Sob o banco está um compartimento para um capacete fechado e mais dois espaços de 20 cm de profundidade.

A versão com ABS chegará na europa em fevereiro de 2012 e vai contar com discos duplos de 267 mm na dianteira com 4 pistões e um na traseira de 282mm de diâmetro. Preços ainda por serem determinados.

DUCATI 1199 Panigale.




O motor dois cilindros de mais alta tecnologia e mais potente do planeta agora faz parte de um chassi monocoque inovador. A combinação entrega espantosos 195 hp a uma moto futurista de puro sangue italiando com apenas 164 Kg. A melhor relação peso e torque – potência do mundo está colecionando troféus no mundo todo por causa dos incríveis resultados que a Ducati tem obtido.

A um clique de um botão e o modo de condução da Ducati entrega performance, oferecendo também, confiança adicional ao piloto por combinar sete tecnologias líderes de classe. O sistema Sport ABS, o DTC – Sistema de controle de tração Ducati, DES – Suspensão eletrônica Ducati, DQS – Sistema de trocas rápidas do câmbio, EBC – Controle de freio motor e RbW “Ride by wire” (controle de acelerador). Tudo isso programado em uma unidade eletrônica de assistência à pilotagem. Até o display (TFT) do painel muda de cor para se ajustar às condições de luz ambiente.

A Ducati agora combina a solução inovativa de chassi “monocoque” com o motor “Superquadro L-twin” combinando a eletrônica derivada das competições para produzir a campeã das superbikes. Nascida nas pistas e treinada para as estradas, a nova 1199 Panigale é uma revolução da espécie destinada a influenciar todo o ambiente das motos esportivas. Disponíveis no início de 2012 na Europa, essa nova superbike estará disponível nas versões 1199 Panigale, 1199 Panigale S e 1199 Panigale S Tricolore. A paixão em inovação e o foco da Ducati nas motos esportivas está mais forte do que nunca.

KAWASAKI Versys 1000




Com a nova 1000 Versys, a Kawasaki segue o mesmo tema da Versys 650, uma moto de sucesso que tem sido bem apreciada pelo mercado. Mas agora a Kawasaki resolveu dobrar a oferta, com uma moto que aborda o segmento das crossovers com grande personalidade. A nova Versys 1000 foi projetada para dar o máximo de prazer ao pilotar sob quaisquer condições. É uma moto versátil, capaz de viajar com bagagem e também de oferecer diversão em qualquer esterada.

Junto com as particularidades do novo chassi em alumínio ela vem com rodas de 17 polegadas e pneus esportivos. Outros equipamentos permitem ajustes no pára-brisa, controle de tração KTRC com três variações de intervenção, ABS e duplo mapeamento para a injeção. O motor 4 em linha é derivado diretamente do motor atualmente em uso na Z1000, mas revisado para acomodar a personalidade aventureira da nova Versys.




Fonte: Motonline

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Fotos do Rio Harley Days

Como todo mundo já sabe, aconteceu no último final de semana ( 4, 5 e 6 de novembro) o Rio Harley Days, a festa oficial da Harley-Davdson que roda o mundo promovendo as motos e o estilo de vida da marca. Vocês também ja sabem que o Salão Bike Show marcou presença com seu stand no evento.

Quem foi na Marina da Glória, pode ver muitas motos Harley de diferentes épocas, shows de Rock, desfiles e muito mais.

Abaixo você poderá ver algumas fotos desta festa fantástica:

















quarta-feira, 9 de novembro de 2011

KTM Duke 690. A monocilíndrica mais potente do mundo!

Uma das novidades da KTM no Salão de Milão é a nova Duke 690, uma naked que não se preocupa em esconder o DNA radical da marca austríaca.


Equipada com a última versão do famoso motor LC4, neste modelo 2012 a cavalaria chega a 70 cv, uma exorbitância para um motor de apenas 1 cilindro produzido em série e com menos de 700 cm³ (isso sem falar no também elevado torque, que não foi divulgado). O ganho de potência é resultado de um novo cabeçote, da adoção de um novo sistema de injeção duplo e do conjunto completo de escapamento.


O visual foi quase que completamente redesenhado o que afetou também a ergonomia. O novo assento, por exemplo, além de proporcionar maior conforto está 30 mm mais baixo.

 
O que menos mudou foi a ciclística (e nem precisava já que o comportamento da Duke 690 sempre foi excepcional), mas segundo a KTM, no geral, o conjunto está mais ágil, equilibrado e seguro, especialmente pela adoção do ABS de série.


Fonte: Best Riders

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MV AGUSTA F3 675 - a nova supermoto italiana

Uma das mais cobiçadas marcas de motocicletas italianas, a MV Agusta apresenta ao mercado sua mais nova representante: MV AGUSTA F3 675. Ela é o último projeto do recém falecido Claudio Castiglioni, a moto demonstra absoluto rigor em todos os mínimos detalhes do projeto. A começar pelo chassi super avançado e terminando no controle dinâmico do veículo que faz par com as super-esportivas mais avançadas do mundo. O nome desta tecnologia é MVICS (Sistema Integrado de Controle do Veículo & Motor – “Motor & Vehicle Integrated Control System”).


Ela se torna uma moto revolucionária com seus três cilindros que usam um virabrequim que vira no sentido contrário da maioria das motos, solução encontrada apenas nas MotoGP. Alia a isso uma construção leve e compacta e um motor construído com materiais ultra-avançados que aliam alta tecnologia em eletrônica com engenharia mecânica avançada. Graças ao sistema MVICS, essa é a primeira motocicleta com legítimo “Ride By Wire” nos controles do motor que inclui 4 mapas pré-determinados e mais um mapa que pode ser personalizado pelo piloto. O controle de tração tem 8 níveis diferentes.

O chassi foi estudado para a performance e possui rigidez para oferecer maior qualidade no rodar, com o máximo controle nas mais diversas condições de piso. O estilo da MV Agusta F3 675 foi baseado na filosofia central que sempre caracterizou a marca: a combinação da forma e funcionalidade que se aliam para criar um objeto único, não só pela sua beleza mas também pela sua efetividade.

A nova F3 675 estará disponível a partir de dezembro com a versão SERIE ORO e a partir de janeiro na versão standard com preço de 11.990 € (outros países terão preços equivalentes adicionados de taxas e fretes de importação). As cores serão em três combinações: vermelho/prata, branco/preto e pastel/preto antracite metálico.




MOTOR


É um tricilíndrico em linha com 675 cc. Com essa configuração a MV Agusta competiu e foi vitoriosa em váriaos eventos e campeonatos mundiais. Hoje essa configuração retorna na forma de uma super-esportiva com as mais avançadas soluções em tecnologia e eletrônica.

É um motor ultra-compacto, bastante curto e estreito, resultado da disposição de suas peças. Utiliza 79mm de diâmetro do cilindro e um curso de 45,9mm, Esse motor é um MV Agusta “Super Quadrado” de 3 cilindros que é capaz de superar as rotações mais altas já atingidas por outros motores da mesma categoria. Produz 128 cv em 14.500 rpm com 71Nm de torque a 10.600 rpm. Esse nível de performance foi obtido num motor que tem seu virabrequim virando no sentido contrário do usual e isso contribui para um balanceamento dinâmico melhor, juntamente com uma resposta rápida na dirigibillidade da motocicleta.

Dimensões ultra-compactas e máxima performance são as características que fazem do motor da nova MV Agusta F3 675 a nova referência na classe de motos Supersport. Isso se deve à fundição que integra os cilindros junto com a caixa superior do resto do motor-câmbio, válvulas de titânio e o sistema MVICS. As bombas de óleo e água estão localizadas internamente na carcaça do motor de forma que todas as passagens são contidas dentro das peças fundidas, o que resulta em vantagens em performance e estilo no desenho do motor de 3 cilindros italiano mais potente já produzido.




ELETRÔNICA

O sistema de injeção eletrônica usa dois bicos por cilindro em corpos borboleta de 50mm de diâmetro. O sistema MVICS permite ao motor desenvolver níveis recordes de potência e controle em qualquer situação. O piloto pode selecionar um dos 4 mapas disponíveis ou usar o quinto mapa disponível para ser alterado conforme sua vontade. O desenvolvimento do sistema MVICS tornou possível aumentar a harmonia entre a entrega de potência e o controle de tração que oferece 8 níveis de ajustes através do botão no punho esquerdo ou na interface do painel. Esse sistema ainda pode ser otimizado por uma série de peças opcionais:

Sensor de inclinação –  Integrado ao controle de tração, lê os dados de inclinação do veículo, integra com os algorítmos do controle do motor e determina efetivamente o nível de tração disponível em todos os ângulos de inclinação. Então, ele ajusta automaticamente a abertura das borboletas do sistema de injeção, avanço da faísca e entrega de combustível para assegurar maior segurança na aceleração plena e em todas as situações e condições dinâmicas.
Controle de largada – Permite ótima performance nas saídas, partindo da posição parada com a maior aceleração possível.
Sistema anti-empinadas – Permite otimização da aceleração sem perder o controle da direção.
Assistente eletrônico de mudança rápida de marchas - O EAS – Electronically Assisted Shift -, oferece mudanças rápidas de marchas sem ter que desacelerar ou utilizar a embreagem.

CHASSIS

A nova F3 675 segue a tradição italiana de qualidade na dirigibilidade de suas motocicletas que a MV Agusta também integra. Como todas as MV Agusta o desenho avançado do chassi incorpora uma mistura de tubos de aço e placas laterais de alumínio que abraçam o motor compactando o conjunto a um nível máximo para uma moto supersport.
Essas dimensões do motor permitiram aos engenheiros maior liberdade para projetar o chassi com uma balança mais longa para a suspensão traseira monobraço, que garante boa tração e sensibilidade ao piloto, sem penalizar a distância entre-eixos que conseguiram deixar em 1.380 mm. Um novo recorde para a categoria Supersport assim como o seu peso de 173 kg.

A suspensão dianteira Marzocchi de 43mm é completamente ajustável, assim como a traseira que conta com amortecedor com reservatório externo tipo “piggy-back” feito pela Sachs. O freio dianteiro consiste de bomba Nissin com pinças Brembo que mordem os discos duplos de 320mm acoplados à roda ultra-leve para contribuir à pouca massa não suspensa. A nova MV Agusta F3 675 foi feita para oferecer a dirigibilidade nunca experimentada em uma motocicleta Superbike. Talvez consiga!



Fonte: Motonline

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

As 10 motos mais potentes à venda no Brasil

As vendas de motos de alta potência crescem continuamente no Brasil. Entre elas, estão as esportivas, cujas vendas subiram nos últimos anos, apesar de esses modelos custarem mais. De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), as vendas desta categoria no mercado interno saltaram de apenas 98 unidades, em 2007, para 11,3 mil, em 2010 — considerando apenas modelos de empresas associadas.

Além do momento positivo da economia, esse crescimento é explicado pela chegada de novas marcas ao país, como a Kawasaki, e por mais lançamentos deste nicho no Brasil.

Entre estas motocicletas de alta potência aparecem também as naked — motos destinadas ao asfalto, sem carenagens —, que venderam 10.651 unidades, em 2010, frente a 4.192, em 2007.

Veja abaixo um ranking com 10 motos mais potentes à venda no país, classificadas de acordo com dados declarados pelas marcas.

1. Kawasaki ZX-10R – 200,1 cv
A nova geração da esportiva Ninja ZX-10R é a moto mais potente do Brasil. Seu propulsor de quatro cilindros e 998 cm³ em linha é capaz de atingir 200,1 cv de potência máxima a 13.000 rpm e 11,4 kgfm a 11.500 rpm. Caso utilize um RAM Air, sistema de indução natural de ar no motor, a cifra pode chegar a 209,9 cv, segundo a marca. A ZX-10R custa a partir de R$ 56.990.




2. Suzuki Hayabusa – 197,2 cv
A lendária Hayabusa continua entre as mais potentes, apesar de já não possuir um projeto tão novo. A esportiva custa R$ 52.900 e possui um visual bem chamativo com carenagens angulosas. Seu motor de 1.340 cm³ atinge 197,2 cv de potência máxima e 15,8 kgfm de torque a 7.200 rpm.





 3. BMW S 1000 RR – 193 cv
A moto alemã foi lançada em 2009 e conseguiu atingir um desempenho parelho às esportivas japonesas. Com um visual assimétrico, no qual o desenho de cada lado da moto é diferente, a S 1000 RR tem propulsor de quatro cilindros em linha de 999 cm³ que produz 193 cv de potência máxima a 13.000 rpm. Seu preço parte de R$ 61.400.




 
4. Kawasaki ZX-14R – 193 cv
No exterior, a nova versão da ZX-14R pode atingir 210 cv. Contudo, no Brasil, o modelo anterior da sport-touring também é muito potente e garantiu o 3º lugar. O motor de 1.352 cm³ de 16 válvulas e injeção eletrônica possibilita a potência máxima de 193 cv a 9.500 rpm e 15,7 kgfm de torque. Seu preço parte de R$ 49.990. A moto empata em 3º com a S 1000 RR.





 
5. MV Agusta F4 – 188 cv
A MV Agusta está em nova fase no Brasil com suas motos montadas em Manaus através de uma parceria com a Dafra. O destaque da marca italiana no país fica por conta da esportiva F4, que apresenta um motor de quatro cilindros de 998 cm³ capaz de atingir 186 cv de potência máxima a 12.900 rpm e 11,4 mkgf de torque a 9.500 rpm. Seu preço é de R$ 68.000.


 
6.Suzuki GSX-R 1000 – 185 cv
A esportiva de 999 cm³ da Suzuki está entre as mais potentes do país. O quatro cilindros que a impulsiona obtém as cifras máximas de 185 cv a 12.000 rpm e 11,9 mkgf a 10.000 rpm. Em seu visual está presente as linhas clássicas das superbikes da Suzuki. A GSX ainda possui três modos de potência, para o usuário adaptar a moto às condições de uso. Seu preço é de R$ 58.900.



7.Suzuki B-King – 184 cv
Mais uma moto da Suzuki a aparecer nesta lista é a B-King, que custa R$ 52.000. Contudo, a motocicleta é a primeira naked a figurar entre as mais potentes, ou seja, é a moto sem carenagens com mais “cavalaria” do Brasil. Utiliza como base o mesmo motor de 1.340 cm³ da Hayabusa, só que na B-King ele recebeu nova configuração e alcança 184 cv e 14,89 mkgf.



8. Yamaha R1 – 182 cv
Esta moto serviu como base para o piloto Ben Spies conquistar o Mundial de Superbike em 2009. Seu motor é um 4 cilindros de 998 cm³ e que atinge 182 cv a 12.500 rpm e 11,78 mkgf a 10.000 rpm. A versão “brasileira” ainda não possui controle de tração, que foi incorporado à esportiva no exterior, e custa R$ 57.000.



9. Honda CBR 1000 RR – 178,1 cv
A Honda CBR 1000 RR Fireblade é a esportiva que mais vende no Brasil, cerca de 120 unidades por mês. Para alcançar os 178,1 cv de potência máxima a 12.000 rpm e 11,4 mkgf a 8.500, a esportiva utiliza motor 4 cilindros de 999,9 cm³. A versão Standard tem preço sugerido de R$ 56.000, enquanto a com freios C-ABS R$ 58.000.


10. BMW K 1300 S – 175 cv
Ao contrário da S 1000 RR, a BMW K 1300 S é uma esportiva que segue os conceitos mais tradicionais da marca alemã. Sua transmissão é por cardã, e não por corrente. Com preço partindo de R$ 68.900, a K  possui motor de 4 cilindros que atinge 175 cv a 9.250 rpm e 14,3 mkgf a 8.250 rpm.


Fonte: G1